Aposta no diálogo

Em reunião com o comando do COE, representantes de movimentos sociais pediram o fim das ações truculentas nas favelas e querem abertura de canais de participação para discutir a política de segurança no Rio.

Nova reunião foi marcada e Corregedoria da Polícia Militar abriu inquérito para investigar excessos da ação na Maré.

Para a diretora da Redes Eliana Silva, denúncias feitas por moradores são fundamentais para investigação.

A Maré quer paz

Após operação desastrosa do BOPE, onde pelo menos 9 pessoas foram mortas, moradores da Maré vão às ruas pedir paz na tarde da ultima terça feira (26/06).

Passeata de moradores foi pacifica e percorreu as ruas do Parque Maré, Nova Holanda e Parque União.

Observatório de Favelas, Redes e outras instituições querem a saída imediata da polícia da favela.

Noite de terror na Maré

Uma ação desastrosa e sem justificativa, com saldo de dez mortos.

A noite de terror vivida pelos moradores da Maré nesta segunda (24) continua a impactar a comunidade: escolas com aulas suspensas,comércios fechados, moradores sitiados em suas casas, vários feridos, ruas sem luz.

Situação que poderia ter sido evitada caso o Estado não tivesse uma atuação dentro da favela e outra fora.

Fuzil: no centro da cidade não, mas na favela sim?!

Leia artigo da diretora da Redes Eliana Sousa Silva contestando a fala do especialista em segurança pública Rodrigo Pimentel.

A respeito do abuso das forças policiais nos protestos no Rio, ele defendeu na TV que “Fuzil deve ser utilizado em guerra, em operações policiais em comunidades e favelas. Não é uma arma para se utilizar em área urbana”.

“Este é o momento de denunciar os abusos da polícia”

Ignácio Cano, coordenador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, fala sobre as comunidades onde as UPP´s já foram instaladas e a situação da Maré.

Para ele, o sucesso das UPP´s passa pela transformação das políticas de segurança, passando a ver a polícia como prestadora de serviços.